Hoje começo a postar alguns álbuns importantes pra mim... Álbuns que eu escutava no vinil quando o som enorme e antigo ficava na sala e o toca discos da gradiente funcionava perfeitamente. Aliás, você sabia que a Gradiente era uma marca brasileira? E que era muito, muuuuuuuito e quando eu digo muito eu quero dizer muuuuuuito mesmo, boa já que o toca Discos, o toca CDs, o radio e as enormes caixas de som funcionam quase perfeitamente, funcionam até hoje mas as caixas de som dão problema às vezes... Agora voltando ao assunto nas próximas semanas vou postar esses álbuns que ficaram marcados na minha vida e na minha concepção, musical, de bom e ruim (vocês não devem ter entendido a piada, mas tudo bem nem foi boa).
Então é isso álbuns da minha infância, onde passar o dia deitado no sofá ouvindo quase sempre os mesmos Discos e uns poucos CDs era considerado aceitável aqui em casa... Hoje assistir alguns minutos de Family Guy no FX já considerado heresia, e passar o dia jogando já não é tão abominável, já que minha mãe o faz e até a minha avó Õ_o... Isso é que é inclusão digital (E é bom pra mim que posso jogar durante 4 horas seguidas e ainda receber conselhos da minha mãe. Sério, ela vê coisas onde eu nunca pensaria em procurar... Por outro lado muitas vezes em que eu queria ou deveria estar jogando tenho que deixar minha mãe jogar já que ela sabe exatamente como e com o que me chantagear... ela é má... e agora tenho que deixar minha avó jogar também... Putz não bastava o computador ser um consorcio da minha mãe e meu primo, que muuuuuitas vezes me enche o saco e acha que tem comigo a mesma autoridade que minha mãe tem... ¬¬ ... ainda tenho que deixar minha avó jogar quando cansa do outro PC, que por acaso é uma grande bosta...).
Bem acho que eu já alonguei demais essa postagem que era pra ser simples e direta...
Pois é, esse álbum é um dos que eu mais escutei na vida junto com o Vol. 4 e outros que postarei nas próximas semanas...
Enfim, sabe o que eu gosto no Black Sabbath? A música deles nunca é igual a meu ver todo álbum tem uma novidade, uma coisinha diferente, que eu nem sempre sei o que é. As músicas têm, cada uma, características diferentes na composição, têm uma cara diferente da outra.
Por outro lado tinha sempre a inconfundível voz de John Michael Osborne, a guitarra deFrank Anthony Iommi, o baixo destacado e muito bem tocado de Terence Michael Butler e a bateria nem tão esplêndida assim de William Thomas Ward. E o que me atrai nesse álbum além de todas as músicas de sucessos e os quatro discos de platina é que os riffs e solos são quase como eu imagino que seria a musica ideal (coisa da minha cabeça doentia, nem tente entender) Como é o caso de Faires Wear Boots. Enfim é isso ouçam e amem...
Ah sim só mais uma coisinha que eu não podia deixar de por aqui... É uma música bizarra que eu vi na MTV hoje por acaso... E quando eu digo bizarra eu quero mesmo dizer bizarra, a incorporação estava desativada então usem o link e fiquem com medo:
2. Observação dos fenómenos psíquicos da própria consciência.
Eis aqui um momento de introspecção meu, não sei por que cargas d'água eu estou escrevendo ou mesmo postando isso, mas aproveitem enquanto eu não entro em parafuso e salto de vez pra fora desse universo...
Nesse exato momento estou aqui quase em prantos às vésperas Kodama. Sem dinheiro, sem mulher e sem fama... Não que eu me importe com essas coisas... Nunca me importei... Mas enfim, não estou em prantos por causa do Kodama, de modo algum. Sei que a maioria dos meus amigos estará lá, mas isso no momento não me importa tanto. O que me dói, o que me fere fundo, é ter de tomar a difícil decisão de sufocar meus sonhos em algum armário escuro nos confins das mais longínquas ruínas de meu coração...
Pode parecer dramático demais, ou não, mas o fato de hoje ter sido um dia bastante meloso e solitário apesar de estar com uma de minhas mais preciosas companhias. Senti-me solitário e afastado o tempo todo, passei o dia dizendo que estava bem e que essa tinha sido uma ótima semana com fatos animadores, mas desde ontem havia acordado com um pressentimento estranho...
O fato é que eu preciso, segundo palavras de minha mãe, tomar rumo na vida e pensar no meu futuro... De fato. Sim, eu sempre soube, mas meu egoísmo fez com que eu nunca colocasse meus pés no chão. Eu sei que passei tempo demais num mundo aparte, sei também que vou precisar por os pés no chão, pelo menos por um tempo eu diria.
De fato, também, vejo agora que não preciso matar meus sonhos, ou trancá-los pra sempre, mas com certeza vou ter de interrompê-los. Penso em quantas pessoas já desistiram de seus sonhos pra viver uma vida medíocre, sem graça e totalmente desprovida de objetivos. E agora penso que não serei eu esse tipo de pessoa.
É fato (damn!!! adoro essa palavra) também que eu vou precisar mudar muita coisa em mim, ao meu redor e em minha vida. E agora compreendo finalmente que a vida não teria graça se não fossem os obstáculos que temos de superar pra chegar ao dia de amanhã e dizer "eu venci ontem e posso vencer amanhã", pelo menos eu penso assim, e se não penso passei a pensar neste momento... Acabo de me lembrar daquelas frases-clichê da auto-ajuda, sabe aquelas coisas de se olhar no espelho e dizer pra você mesmo "eu sou um vencedor" ou "nada vai me desmotivar hoje" ou ainda "eu nasci pra vencer"... Enfim, eu sempre preciso dizer coisas assim pra mim mesmo todos os dias, pelo menos como um lembrete mental ao acordar... Se não fosse por isso eu já teria entrado em parafuso e estaria provavelmente tomando remédios pra depressão agora (eu sei que tenho ainda grandes chances disso acontecer comigo, mas momentos de introspecção como esse me ajudam a tomar decisões difíceis e seguir em frente tirando força não sei de onde).
E o fato é que por fim eu estou disposto a fazer alguns sacrifícios em prol do meu objetivo final, em prol do sonho da minha vida. Com certeza o mais difícil de todos será deixar meu amado coral, onde, aliás, eu sou necessário apesar de minha voz, assim como meu coração, estar pequena e abatida. Mas nunca sabemos o que o dia de amanhã nos reserva.
Então é com pesar que anuncio que o fim de minha estadia no coral se encerrará em breve... E que por um tempo devo "trabalhar" em minha meta final, pensar a longo prazo.
Boa noite queridos desocupados inexistentes. Ninguém comentou no meu último post eu fiquei realmente RONALDO da vida, mas tudo bem. A sabedoria Zen divina me ensina que esses problemas se resolvem com uma boa Remington e muitos cartuchos 12G.
Hoje encherei vossas paciências com uma coisa que achei aqui perdida, no meu computador. Meu K6500 é ótimo pra esconder as coisas de mim, acho que ele pegou complexo depois de tanto eu humilhá-lo e agora estou achando textos inacabados em lugares inesperados, como na minha “pastinha do mal”!
...O que foi? Vai me dizer que você não tem um aí na sua casa separada por tema?
Não?!
Deveria ter...
Enfim... O texto abaixo é uma viajem criação que fiz há muito tempo atrás, quando ainda assistia o Senhor dos Anéis e achava que o Frodo servia pra alguma coisa.
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“Há muito tempo atrás, quando a magia ainda era farta neste mundo, e os seres mais fantásticos corriam soltos pelas florestas e campinas, um reino prosperava como nenhum outro já prosperou neste mundo.
Este reino se chamava Atlântida.
Os Atlantes eram conhecidos por serem, acima de tudo, os maiores sábios do mundo. Seu conhecimento era vasto, sobre todas as coisas, matemática, geografia, astrologia, química, física e é claro... MAGIA! Usando de seus dons, esses Atlantes criaram cinco anéis, com o supra-sumo da magia elementar. Eles passaram a ser conhecidos como os Cinco Círculos da Magia Elementar e seu poder ficou conhecido por todo mundo.
O anel de fogo era de ouro, ricamente trabalhado em curvas imprevisivas, como o próprio fogo. Era todo cravado com as Pedras de Salamandra, rubis ígneos que brilhavam suavemente. Seu poder era destrutivo, capaz de comandar todas as chamas e até de invocar fogo dos céus.
O anel da água era feito de prata esculpida de uma forma que parecia liquida. Incrustado, um único solitário feito de Pedra de Undine, safiras tão azuis quanto o vasto oceano. Seu poder comandava todas as águas em todos os seus estados, era até mesmo possível abrir oceanos.
O anel do ar era feito de alumínio, um metal leve e resistente feito a partir de pelos da cauda de pegasus misturados em bauxita purificada. Suas pedras preciosas era o Cristal das Silfidis, gemas ora límpidas, ora nebulosas. Seu poder era comandar todos os ventos, e tudo que nele se instalava, seu poder mais conhecido era o de criar tempestades colossais.
O anel da terra não era feito de nenhum metal, fora cultivado por magia bruta no seio da terra. Era feito de âmbar cristalizado, unido a uma Pedra do Gnomo, esmeraldas em forma de semente. Seu poder era de controlar a terra e as plantas que nela vivem, era capaz de mover montanhas e achatar vales.
O último e mais poderoso anel era vivido, o Anel Elemental do Tempo, era feito de visgo e era incrustado com uma única pérola negra. Simplório, esse anel comandavam tudo na malha do tempo podendo ir ao futuro e ao passado.
Por muitas gerações Atlântida prosperou com eles, não possuía rivais em força e conhecimento, até que um dia uma onda gigante surgiu no horizonte e a cidade mais próspera do mundo sumiu para sempre na imensidão do mar...”
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Não lembro a função disso. Acho que era uma Fic (falarei disso depois) ou uma aventura de RPG, ou os dois... Mas sei que meu K6500 ainda esconde muitas pérolas dessa. Por falar em pérolas, acompanhem o novo blog do meu “amirmão” Douglas:
'O que sinto, sim, hei de sentir amanhã
Assim como não havia "sentido" ontem
Não hei de sentir teu sentido outra vez
Dói mas passa, vai, mas volta
Queima, arde e se dissolve
Começa sempre, inevitável
Termina sempre cedo
Apesar de infindável
Há veredas em todas as esquinas
Prontas pra levar-me a esquecer o inatingível
Que há pouco havia alcançado em tua razão
E há razão em todos os argumentos
Prontos a esmagar-me e sufocar-me em agonia
Retumbando como brado dos tambores de outrora
Só não podes me mudar
Já que nunca fui igual
Sou o que serei
Serei...
O que sempre fui
Na verdade não é novidade nenhuma, já que o filme dos simpsons foi lançado faz um bom tempo...
Gastei boa parte do dia brincando com meu avatar, ficou parecido mesmo só quando minha mãe ajudou a fazer - XD - então me vejam agora num passeio na cidade =]
Boa noite espectadores inexistentes desse esqecido blog... ...
Sim obrigado por perguntar, meu nome é Vitor Sensei e trarei a vocês meus post sobre culura inútil(e útil, mas só as vezes), games e tudo que me der na telha escrever... Meu dia de postagem são as terças, mas não esperam pontualidade.
...
E daí se não gostaram? Vocês não existem então calem a boca! --- É pouco, pouco, muito pouco...
Itabira do Mato Dentro, uma cidade no interiorzão de Minas Gerais onde o cheiro do pão de queijo se mistura com o do café e ambos escapam pela janelinha de madeira avisando a todos que ta na hora da prosa das cinco na casa do “cumpadi”. Quem poderia imaginar que um dos maiores poetas brasileiros iria surgir de um lugarzinho tão simples e tão escondido? Carlos Drummond de Andrade nasceu em 1902 se mostrando um garoto muito esperto. Aos sete foi expulso da escola Jesuíta por “insubordinação mental”, mesmo assim, era um garoto de futuro brilhante! Foi um dos precursores do modernismo em minas e em minha opinião o maior poeta que a pátria-mãe colocou nesse país mundo. Não vou mais escrever sobre o que ele foi...
Quero falar da poesia de Drummond, que é algo que não pertence a esse mundo, a essa realidade. Gosto de acreditar que o cara escrevia as emoções. Isso mesmo, tangia o intangível, desenhava o abstrato, sem fundir com seus neurônios. Ler uma poesia dele é como sentir o que ele sentia.Eu achava que tinha rompantes românticos de ouvir “sertanejo de varejo” ou me afogar em poesias emo-cionantes, mas fuck! Pra que isso se eu tenho as poesias de Drummond que falam muito mais de amor do que as musicas do Vando e com muito mais conteúdo que Fulano & Ciclaninho!
Certo chega de rasgação de seda, confiram vocês mesmo o que eu falo nesses dois poemas:
As sem Razões do Amor
As sem-razões do amor Eu te amo porque te amo. Não precisas ser amante, e nem sempre sabê-lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no elipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.
Essa daqui eu achei declamada pelo Paulo Autran:
Estúpido romântico, todavia, criei esta aqui baseada no poema acima...
Já dizia Drummond
“De tudo fica um pouco”
Já dizia Drummond.
E desse pouco tudo retiro
E sobrevivo mais um pouco.
Mas é pouco, pouco, muito pouco...
...Logo começarei a morrer de novo.
Fracionando outra vez o nada,
Que um dia existiu em mim bem pouco,
Pois outro sentimento preenchia o todo.
E faltava pouco, pouco, muito pouco... Para mudar de vez a sua vida.
Contento-me com o pouco das lembranças,
Com o retrato esquecido na cômoda,
Com as cartas que não tive coragem de rasgar,
Com a memória da fragrância que tanto gostava.
Assim me livro aos poucos, pouco, muito pouco...
...Da necessidade de te amar.
Vitor Alcântara
Bem esse é Drummond Galera, espero que tenham gostado, se não gostaram vão se lascar na baixada da égua... Como dizem os mineiros.
Saudações meu amado, desconhecido e talvez inexistente publico!!!!
Estou aqui mais uma vez para felicidade de vocês, existentes ou não, hoje para estreiar a novidade do dia que provavelmente vai sair toda quinta que vão ser os álbuns que eu vou postar e comentar e dar uma nota e uma estrelinha dourada dependendo do nivel do álbum e que vai se chamar "Estante". Enfim agora vou fazer um review dos álbuns que já havia postado aqui, isso mesmo todos eles TODOSSSSS!!!
Vai ser um post grande por causa das figuras dos álbuns...
E eu vou classificá-los de acordo com minha preferência não me importando nem um pouco com a opinião de vocês (XD kkkkkkkkkkkkkkkkk)...
Obs.: todos os link estão nas respectivas posições do álbum ( estão no título e os que são divididos em 2 partes estão no nome do álbum e no nome da banda)...
Não vou negar que eu gosto do álbum, mas alguém tinha que ficar com a ultima posição...
Não sei se perceberam mas imitei o Anderson destacando as faixas, ou não um monte de gente faz isso, mas eu não tinha pensado nisso até ver os posts d quarta-feira dele...
Enfim destaque pras faixas: Guardian Of The Blind, Run For The Night, Galdalf's Rebirth
São as faixas que eu mais gosto no álbum, já considerei um álbum legal mas o fato é que me enjoei dele, se não fosse por isso ele não estaria aqui no 19º lugar mas talvez no 17º ou 15º já que não é um álbum ruim, ele só enjoa...
Mesmo assim eu recomendo ouvir, já que é o primeiro álbum do Blind, mas tenha certeza de que é só pra quem gosta do estilo, se você já ouviu e não curtiu pode esquecer e pular lá pra baixo - pra 13ª e depois pra 4ª posição - já que muitas das próximas posições serão do Blind Guardian...
Eis aqui um álbum do qual eu nunca gostei muito, diria que se não fosse pelas musicas que destaquei eu o classificaria como paia (XD)...
Eu realmente gosto de Lord Of the Rings é uma das músicas do Blind que eu realmente gostei das primeiras vezes em que ouvi, adoro o fato de que ela trata diretamente do livro O Senhor dos Anéis e tal, gosto da música em si realmente faz jus ao livro eu diria...
Quanto à Tommyknockers nunca prestei atenção na letra da musica mas gosto de coisas assim barulhentas mas bem trabalhadas de vez em quando... E de Run For The Night eu gosto do refrão que é bem marcante, gosto de ouvir quando preciso de animação, se não se importar com as letras que segundo um professor de inglês meu são deprimentes... A música em si é bem animada... Também gosto do solinho por volta dos 2:30 de música...
Tá ai outro álbum que eu gosto, mas enjoei com o tempo, e comecei a curtir estilos diferentes e tal...
Destaques pra Follow the Blind que eu ainda gosto e se estivesse classificando separadamente as musicas dos álbuns estaria lá em baixo dentre as primeiras colocações, juntamente com Fast to Madness e Valhalla. Já a ultima faixa eu não colocaria entre as melhores, mesmo assim é boa, dela eu diria que é uma ótima regravação como a maioria das que o Blind já fez, eu também gosto do Demons and Wizards por falar nisso mas essa é uma outra história e deverá ser contada numa outra hora (essa foi pra quem já leu "A História Sem Fim")...
Bem, como já deu pra notar, eu gosto desse álbum, ou pelo menos da maioria das músicas. As duas primeiras músicas são bem diferentes, eu geralmente escuto o álbum todo sem prestar muita atenção à elas mas quando dou atenção noto que essas são músicas que fazem jus ao começo da banda quando eles tinham o nome de Lucifer's Heritage, e eu não tenho as faixas do álbum que eles lançaram com esse nome, do primeiro álbum pelo menos já que o segundo era o mesmo Battalions Of Fear sobre o qual eu falei lá em cima... Agora onde eu estava mesmo? ... Não me lembro então vamos em frente, as faixas 3, 4 do álbum já são bem normais, não têm muita novidade na minha humilde opinião, não fazem a diferença no álbum. No entanto as faixas 7, 8 e 10 são de longe as que eu mais gostei, Bright Eyes é uma das músicas que me fez gostar de Blind, bem mais elaborada chego a pensar que foi um dos apses da banda, eu ficaria muito feliz em compor algo pelo menos próximo disso. The Wizard é uma música do Uriah Heep, que eu adoro e adoro a banda também. E a ultima música enfim é mais legal do que a versão normal, sempre gostei de música instrumental e essa não é diferente...
Esse álbum merece um certo destaque sim mas ele caiu no meu conceito depois que foi deletado do blog, (=/) ainda não me recuperei disso, achei um ótimo álbum mas sempre que escuto lembro da postagem excluída, tente entender como se fosse seu corpo, você também sentiria falta de um polegar decepado não sentiria? Pois é assim que eu me sinto, sem exageros!
Bem se tiverem a oportunidade de escutar é um ótimo álbum mas é doloroso demais falar dele T_T ... sniff, sniff...
Barbara Ann / Long Tall Sally (Beach Boys cover) 01:45
A Past and Future Secret 03:47
To France (Mike Oldfield cover) 04:43
Theatre of Pain (orchestral version) 04:16
Bright Eyes 4:02
Hallelujah 3:16
Imaginations From The Other Side (Demo) 7:11
The Script For my Requiem (Demo) 7:00
Ah, sim, esse é um álbum que eu geralmente escuto "de cabo-à-rabo" como diria minha mãe.
Pois é não tenho reclamações sobre o mesmo, no máximo posso dizer que prefiro a versão de estúdio de The Bard's Song, não que a versão ao vivo seja ruim mas eu não gosto muito "gravações ao vivo", não sei o porque, mas gosto de shows, enfim...
Eu sei também que a maioria das músicas aqui não são inéditas mas esse é um tipo de "Greatests Hits" ou algo assim, e também gosto muito dos covers que eles fazem, eles dão sempre um toque próprio que eu diria que se deve ao vocal gritado ou sei lá, o que importa é que eu gosto bastante e é um ótimo álbum pra começar a curtir a banda...
Bem, aqui não vou dizer que prefiro uma música ou outra na verdade sempre que eu escuto esse álbum eu to fazendo algo tipo jogando, então é meio difícil dizer quais músicas eu gosto, mas sei que gostei do álbum no geral e nunca ouvi a entrevista que tem no final, alias alguém já ouviu entrevista em CD??? Õ_o Eu não, mas enfim não há muito o que dizer a não ser que ele esta no 11º lugar porque eu não onde colocá-lo então joguei um número aleatório e coloquei ele lá, enfim ouça e me diga se é bom...
P.S.: Se não entendeu o que eu fiz com o link no título pode BAIXAR AQUI e TAMBÉM AQUI.
A primeira e segunda parte respectivamente...
É o seguinte com esse álbum eu vou fazer diferente, como o álbum é na integra uma menção ao livro "O Silmarillion" de J. R. R. Tolkien, dar-lhe-ei uma amostra do conteúdo das músicas e letras...
Aqui vai uma descrição das músicas e sobre o que elas tratam :
* "War of Wrath", fala sobre o conselho de Sauron a seu mestre Morgoth de fugir dos triunfantes Valars na Guerra da Ira. Morgoth envia-o para longe e reflete sobre os acontecimentos que levaram à sua derrota.
* "Into The Storm", fala sobre Morgoth e Ungoliant, que fogem de Valinor depois de terem destruído as duas árvores e sua luta pela posse das Silmarils.
* "Lammoth", é o grito de Morgoth com os qual ele foge de Ungoliant.
* Em "Nightfall", Fëanor e seus sete filhos lamentam a destruição forjada por Morgoth e juram vingança para chegar a ele, apesar da proibição dos Valar.
* "The Ministrel" é sobre Maglor, filho de Fëanor.
* Em "The Curse of Fëanor", Fëanor exprime a sua indignação e raiva e admite que cometeu erros,especialmente o Fratícido, na perseguição de Morgoth.
* Em "Captured", aborda o cativeiro de Maedhros filho de Fëanor por Morgoth, em Thangorodrim.
* Em "Blood Tears", Maedhros relaciona os horrores do seu cativeiro e seu salvamento por Fingon.
* "Mirror Mirror" conta como Turgon, tendo em conta a inevitável derrota, constrói a cidade de Gondolin, auxiliado por Ulmo.
* "Face the Truth" fala sobre Fingolfin e o destinto dos Noldor.
* "Noldor (Dead Winter Reigns)" fala sobre Fingolfin na gélida passagem de Helcaraxë, reflete sobre o seu próprio povo e da sua culpa e prefigura a sua derrota final.
* "Battle of Sudden Flame" fala sobre a batalha em que Morgoth rompe o cerco de Angband usando seus Balrogs e dragões.
* "Time Stands Still (At the Iron Hill)"Fala sobre o épico confronto entre Fingolfin, rei supremo dos Noldor, e Morgoth, senhor do escuro, as portas de Angband. Fingolfin o fere sete vezes, porém sucumbe ao seu extremo poder.
* "The Dark Elf" A Eöl que seduziu a irmã de Turgon a qual deu a luz a Maeglin, que acabaria por trair Gondolin.
* Em "Thorn", Maeglin reflete sobre a sua situação e decidi trair Gondolin ajudando Morgoth.
* "The Eldars" é a despedida do rei élfico Finrod ao seu povo, morrendo de ferimentos recebidos para salvar seu amigo Beren de um lobisomem.
* Em "Nom the Wise" Beren chora por seu amigo Finrod. Nóm significa "sábio" e era o nome dado a ele pelo antepassado de Beren, Beör.
* Em "When Sorrow Sang" Beren canta sobre o seu amor à princesa élfica Lúthien em sua morte nos dentes do lobo Carcharoth de Morgoth.
* "Out of the Water" Fala sobre último local de habitação-Beren e Lúthien.
* Em "The Steadfast", Morgoth amaldiçoa seu cativo Húrin que se recusou a revelar o segredo de Gondolin.
* "The Dark Passage" Morgoth pondera o seu quinto triunfo em batalha. A canção também relaciona as origens da carnais dos homens e Morgoth a Húrin na maldição de ser testemunha do trágico destino de seu filho.
* "Final Chapter(...)" conclui Assim termina o álbum, fala da vitória de Morgoth, mas também da esperança de um novo dia.
* A arte de capa do álbum apresenta Lúthien dançando perante de Morgoth, a partir da História de Beren e Luthien.
Obs : Clique aqui para ver as letras das músicas traduzidas
Eis aí outro álbum do qual não tenho muito a dizer e também não muito à reclamar, mas eu diria que nesses últimos álbuns o Blind Guardian cresceu, apesar de, pra mim, já ter começado muito bem, cresceu em musicalidade e composição. No entanto, eu ouso dizer que as músicas deles acabaram se tornando muito parecidas umas com as outras. Putz, quantas bandas eu já não parei de ouvir por pensar assim? É sério não quero que o Blind acabe assim pra mim, já me enjoei de varias musicas como já disse antes mas continuo a ouvir...
Na minha opinião é isso se não inovarem a tendência é decair ou cair no esquecimento. Ou não, posso estar errado. Mas com certeza dinheiro vai ser problema...
Enfim aqui está, na minha humilde e simplista opinião, o álbum mais foda do Blind Guardian... E também um dos álbuns que eu mais escutei na vida, tirando o Pink Floyd - The Wall e o Iron Maiden - Piece of Mind e outros... Sem contar que leva a consagrada The Bard's Song, não só a primeira parte mas a segunda rambém (the Hobbit), eu considero uma ótima música mas na minha opinião o melhor do álbum seriam as regravações e os covers (que coisa não).
Acho que esse seria um outro "Greates Hits" assim como o The Forgotten Tales. com diferenciais como Somewhere Far Beyond, que é uma ótima musica composição de primeira na minha opinião...
Se você é fã de "Guitar Hero" e se continuou fã tempo suficiente pra ver o "Guitar Hero Aerosmith" - que na minha opinião não teve muitas boas músicas, mas que eu joguei por falta de opção - você provavelmente já tocou a música que leva o nome do álbum... Se não se lembra:
Esta é a música que tem um riff fantástico e inesquecível... Mas se você nem sabe o que é "Guitar Hero" então escute a musica toda baixe o álbum e entenda, ou pelo menos tente entender, a genialidade por detrás da música.
(Aqui eu fiz uma grande pausa pro lanche...)
Eu já to ficando cansado de escrever mas já que estamos aqui vou terminar logo...
Sabe eu não consegui me lembrar por que exatamente comecei a escutar Helloween, mas lembro que foi uma amiga que me emprestou esse CD que por acaso eu ouvi muitas e muitas vezes - naquela época eu ainda tinha DiscMan azul bonitinho que eu sempre levava no bolso do meu característico agasalho cinza, que por acaso se foi para sempre e nunca mais será encontrado... ='( - dai passei pro computador, peguei mas alguns CDs com ela e ouvi incessantemente a ponto de decorar as letras de todos os CDs que peguei...
Eu gostei tanto assim do álbum por que a sonoridade pra mim ainda era novidade, só pra mim por que as influencias deles em musicas como Rise And Fall vinha de bandas como o Focus como você pode ver aqui em baixo. Como eu também sempre "tive a pá virada" pro lado do progressivo eu curti muito essa musica aí:
E adivinhem só tudo isso sem perder o gosto do Heavy Metal clássico como em Save Us e March Of Time que são boas músicas pros mais conservadores, mas com certeza não as melhores, agora escute tire suas conclusões.
E este é o Piece of Mind um álbum de incrível singularidade e originalidade e com certeza de extrema importância histórica (historia do Rock é claro). Mas se quiser saber qual a sensação vai ter que ouvir por si mesmo, eu posso dizer já que foi um dos álbuns que eu mais ouvi na vida eu diria. Destaque para Where Eagles Dare música que eu nunca consegui entender o significado, mas gosto da sonoridade, Flight Of Icarus que fala sobre o mito de Icaro que quer alcançar o Sol constroi asas de cera e a cera derrete quando ele se aproxima demais do Sol, Die With Your Boots One The Trooper que são bastante conhecidas e aclamadas no meio musical, e as 3 ultimas faixas que eu gosto sim mas que não fazem tanta diferença assim no conjunto, mas eu sempre gostei delas...