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sábado, 23 de maio de 2009

00:00 Sentido que não há


E agora uma raridade... Meu "Eu" poeta:

"Sentido que não há"

'O que sinto, sim, hei de sentir amanhã
Assim como não havia "sentido" ontem
Não hei de sentir teu sentido outra vez

Dói mas passa, vai, mas volta
Queima, arde e se dissolve
Começa sempre, inevitável
Termina sempre cedo
Apesar de infindável

Há veredas em todas as esquinas
Prontas pra levar-me a esquecer o inatingível
Que há pouco havia alcançado em tua razão
E há razão em todos os argumentos
Prontos a esmagar-me e sufocar-me em agonia
Retumbando como brado dos tambores de outrora

Só não podes me mudar
Já que nunca fui igual
Sou o que serei
Serei...
O que sempre fui

Sou Mistério
Sou só... Eu'

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