Despois de muitos contra-tempos conseguir chegar por aqui pra dá um oi para os nossos amados leitores.Meu nome é Esley, mas ninguém chama-me assim, então, chamem-me como quiserem, coisas como: Sapo, Erlitus, Erlinho, Litus e por aí vai.No mais, agente tá aqui pra se divertir e divulgar nossas "idéias".Abraço a todos, segue um texto sobre nossa finitude ante a vida.
Nem sei onde a confusão começa, só sei que ela não tem fim. Às vezes agente vive, mas outra somos vividos. A incerteza é tão triste, ela consome tudo o que toca, hoje ela tocou-me na alma. Sim, minha alma está em restos do que era algo brilhante. Soturno tudo se torna, tudo aquilo que é incerto. Eu queria as soluções, mas elas fogem, escondem-se e não são encontradas por mim. E no fim tudo é igual, igual o começo só que com um toque de acabado. Sim acabou, terminou o pesadelo de que é a incerteza de começar algo. A conclusão é aliviante ela permite-me ver-me livre pra um novo começo. E nessas histórias que tem início meio e fim, minha vida vai se construindo. Teve um início, como não sei o fim não posso determinar, se está no meio o prestes a acabar. E que seja assim, triste é a incerteza, porém mais triste ainda, é a vida.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Texto Esley
Menbro da sociedade zumbi Don, The Strange às 6/02/2009 01:44:00 PM
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2 pessoa(s) tentaram Decepar nossas cabeças:
"e a bateria nem tão esplêndida assim de William Thomas Ward."
É pq vc não viu o solinho q ele fez aqui no show de Brasólia... vc não falaria mais isso dele!
;)
I miss u!
Ow! Verdade!!!
Putz andei vendo mais coisas dele saca ai eu mudei de opinião...
Realmente tem uns solinhos fodões dele =P
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